domingo, 24 de janeiro de 2016

Um mestre sem discípulos

«O autor de Aparição e Para Sempre faria cem anos no dia 28. Trouxe para Portugal o romance de ideias, à Malraux, mas deu-lhe, nos seus melhores livros, uma densidade emocional e uma dimensão lírica que são só suas. Não deixou herdeiros na ficção portuguesa.»
Começa assim o artigo de hoje no jornal Público, assinado pelo jornalista Luís Miguel Queirós, em que se contam as homenagens em curso e as que estão previstas, as opiniões de Hélder Godinho, Jorge Costa Lopes ou Francisco José Viegas sobre a obra de Vergílio, assim como se mostram imagens da fotobiografia de Vergílio Ferreira, organizada por Serafim Ferreira e Helder Godinho.