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Medalha comemora o Centenário do Nascimento de Vergílio Ferreira |
Uma professora de Filosofia venceu o
Prémio Literário Vergílio Ferreira. Iolanda Martins Antunes escreveu «Dor de Ser Quase, Dor Sem Fim», o original que venceu o prémio instituído pela Câmara Municipal de Gouveia. Decisão unânime do júri constituído por José Correia Tavares, da Associação Portuguesa de Escritores, Cristina Robalo Cordeiro, da Associação Portuguesa dos Críticos Literários, e Alípio de Melo, representante da autarquia. Sabe-se apenas que a vencedora é natural de Sintra, licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, tendo seguido a carreira docente desde 1995. Actualmente é
professora de Filosofia no Algarve. «Dor de Ser Quase, Dor sem Fim» é o primeiro romance de Iolanda Martins Antunes e venceu por entre as 78 obras que concorreram. O Prémio Vergílio Ferreira distingue bienalmente, de forma alternada, um romance e um ensaio literário, tendo este ano distinguido um original versando a categoria de Romance. Anúncio feito no dia 1 de Março de 2016, dia em que se celebrou os vinte anos da morte de Vergílio Ferreira. A Câmara de Gouveia apresentou também a medalha comemorativa do Centenário de Nascimento de Vergílio Ferreira, da autoria do artista
Fernando Fonseca, autor do busto de Vergílio Ferreira que se encontra em frente à biblioteca com o mesmo nome.
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