Vale a pena ler as duas páginas no jornal Sol sobre Vergílio Ferreira. Um artigo que traça o perfil do escritor, desde o início neo-realista até à «derradeira lição do seu humanismo é esta conversão da angústia num desafio ético». Olhar analista sobre a obra e a posição do escritor que se mostrou «disposto a extravasar o domínio do circunstancial», incursões na diarística para justificar o percurso intelectual e o pensamento sobre a Europa, a ligação ao existencialismo e a abordagem à morte. Artigo assinado por Miguel Filipe Mochila, doutorando em Literatura e especialista na obra de Vergílio Ferreira.segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
O escritor que mereceu viver
Vale a pena ler as duas páginas no jornal Sol sobre Vergílio Ferreira. Um artigo que traça o perfil do escritor, desde o início neo-realista até à «derradeira lição do seu humanismo é esta conversão da angústia num desafio ético». Olhar analista sobre a obra e a posição do escritor que se mostrou «disposto a extravasar o domínio do circunstancial», incursões na diarística para justificar o percurso intelectual e o pensamento sobre a Europa, a ligação ao existencialismo e a abordagem à morte. Artigo assinado por Miguel Filipe Mochila, doutorando em Literatura e especialista na obra de Vergílio Ferreira.
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